De acordo com o governo, a medida poderia tornar o Brasil autossuficiente em gasolina e, com isso, poderia reduzir os efeitos das oscilações de fornecimento e de preço do petróleo no mercado internacional, impactados, sobretudo, pela guerra no Oriente Médio.
Mais estudos
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) e o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) enviaram ao Ministério de Minas e Energia um pedido de novos testes sobre os impactos do aumento do etanol misturado à gasolina antes da implementação da medida, com o consequente adiamento da proposta.
Técnicos da área apontam que automóveis mais antigos, fabricados há 20 ou 30 anos, e modelos importados desenvolvidos para operar com percentuais menores de etanol podem ser afetados pela mudança. Por isso, há a defesa pela realização de testes complementares como garantia para o consumidor final.
Fonte: Agência Brasil
- Receita Federal disponibiliza consulta a lote especial de cashback do Imposto de Renda nesta quarta-feira
- Brasil avança em negociações com os EUA, mas exclui etanol do acordo
- Aumento de acidentes com a rede elétrica é registrado no Brasil em 2025
- Produção de veículos cresce 8,8% no primeiro semestre, segundo Anfavea
- Mania nacional, consumo de chocolate tende a crescer no país
