O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou nesta quinta-feira (14) 11 pessoas, entre elas o empresário Sidney Oliveira, por organização criminosa.
Os denunciados atuavam em um esquema de desvio de recursos fiscais estaduais. Com o auxílio de funcionários públicos, burlavam o sistema de créditos tributários devidos ao pagamento do ICMS.
Na prática, constava que a empresa havia pago muito mais imposto do que de fato e teria um volume de créditos muito maior a receber.
“Os valores eram pagos por meio de contratos simulados com uma empresa de consultoria tributária e, posteriormente, ocultados em operações de lavagem de dinheiro”, denuncia o MPSP.
Entre os acusados estão o proprietário e o diretor contábil da Ultrafarma, assim como auditores fiscais de rendas do estado de São Paulo, informou o Ministério Público, em nota.
- AGU argumenta ao STF sobre a inconstitucionalidade da Lei da Dosimetria
- Polícia Federal apura caso de racismo em canal de mensagens
- Câmara e Senado defendem no STF validade da Lei da Dosimetria
- Ministro Flávio Dino relata ameaça de morte por funcionária de companhia aérea
- Juízes solicitam flexibilização da decisão do STF que restringiu penduricalhos
Um dos denunciados ainda segue foragido e quatro estão presos preventivamente.
De acordo com o núcleo que investigou as fraudes no Ministério Público, “houve transferências superiores a R$ 81 milhões para empresas ligadas ao núcleo financeiro do grupo, além de movimentações societárias bilionárias utilizadas para dificultar o rastreamento dos recursos”.
Procurada, a assessoria do grupo Ultrafarma não respondeu ao nosso contato e estamos abertos a manifestações.
Fonte: Agência Brasil
