O Secretário de Educação Rafael Parente foi o primeiro a postar em seu Instagram, o feminicídio da servidora Débora, friamente executada pelo seu ex-namorado (policial civil), ocorrido ontem na sede da Secretaria de Educação. A secretaria está de LUTO por três dias. Os servidores estão abalados e terão atendimento psicológico.

O Secretário citou um dos fatos que levam à violência de homens contra mulheres: o machismo. O Policial Civil Sérgio se matou após o crime praticado com a arma da Polícia Civil. Ele já havia descumprido a medida protetiva. Na PMDF, policiais envolvidos em violência contra mulheres têm suas armas recolhidas. Na polícia civil não? Não seria necessário uma Lei ou um decreto do Governador, que retire do policial envolvido em crimes contra mulher, o porte de armas ou a posse da arma da corporação  até que a situação se resolva? Caso a se pensar. O governador do DF – Ibaneis (MDB) – tem atuado no combate à violência contra mulher. Apenas esse ano cinco novas leis já foram sancionadas pelo Chefe do Executivo.

O DF conta com mulheres envolvidas em projetos sociais em meio à comunidade, seguimentos atuantes como a delegacia da mulher, OAB-DF e parlamentares como Flávia Arruda e Júlia Lucy, que já têm leis e comissões criadas para proteger vítimas de violência e punir os agressores. Mesmo assim, em 2019, já tivemos 13 casos de feminicídio por causa de homens que não aceitam o fim de relacionamentos, doentes que fazem mulheres sofrerem ameaçadas.

Para o Governador, Feminicidio é um problema de toda a sociedade. A maior contribuição vem de quem denuncia e com esse simples ato poderá poupar vidas. Falta a participação de toda sociedade.

Cris Oliveira

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