CPI do Feminicídio ou mais uma rodada de pizza

É de se pensar o porquê de abrir uma CPI para o Feminicídio, se todos os 24 parlamentares têm poder de fiscalizar os equipamentos públicos de atendimento a mulheres violentadas e seus serviços prestados. O nome CPI ou Comissão Parlamentar de Inquérito tem fama de pizza. Resta saber quem vai dar o primeiro passo na CLDF para começar a fiscalização, principalmente a respeito da omissão em não se ter casas abrigos para acolhimento das vítimas.

Sair da teoria para a prática

Com 25 vítimas de feminicídio somente este ano, o mais importante seria a CLDF e o GDF começarem os protocolos de atendimento às vítimas: acolhimento e ferramentas digitais para denúncia. Não temos tempo para debater a teoria, mulheres estão morrendo assustadoramente.

Pró DF será Desenvolve DF

Já está na CLDF o novo projeto empreendedor do GDF, o DESENVOLVE DF. Com novas regras e modelos, o Governo quer incentivar o empresário. Ao contrário do PRÓ DF, o novo programa cancela a entrega de lotes e a Terracap fará edital de chamamento para compra de lotes em várias áreas do DF, por contrato de concessão de direito de uso, podendo chegar a 60 anos, e pagará à Terracap, uma taxa de até  0,20%. Se a empresa gerar um número superior de empregos, a taxa poderá cair para até 15%. Na CLDF, o projeto tramita em sentido de urgência e deverá ser aprovado até novembro de 2019.

Mais empregos pode ser gerados

Após a aprovação da Lei, o governo espera aumentar os empregos no terceiro setor em grande escala. Como ficarão os mal acostumados?
Tem deputado que não está gostando do fim do Pró DF, já que se beneficiou através de assessores de vendas de lotes de concessões de uso, o que ocasionou operações e prisões.

Nervos à flor da pele

Parece que o deputado Rodrigo Delmasso não anda muito em paz com o amigo de mesa diretora, deputado Rafael Prudente. Os dois andaram se estranhando no plenário. Motivo: Delmasso anda tendo seus projetos retirados de pauta.

Fundo Constitucional

A bancada do DF esteve reunida com o Presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, para barrar o projeto que prevê o fim do Fundo Constitucional para o DF. Para a deputada Flávia Arruda, a proposta é irresponsável. “Não pouparei esforços para que o DF não viva o colapso”, disse a deputada, se referindo ao valor que o fundo tem por pagar a folha dos serviços essenciais do DF.

 

Cris Oliveira

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