DF Folia 2026 reforça campanha contra importunação sexual e amplia rede de proteção às mulheres no Carnaval

Programa Direito Delas intensifica presença nos blocos e leva orientação, acolhimento e canais de denúncia para foliãs no Distrito Federal

Durante o DF Folia 2026, a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) intensificou as ações de enfrentamento à importunação e à violência sexual contra mulheres por meio do programa Direito Delas. A principal iniciativa é a campanha “É Direito Delas Dizer Não”, que ganha reforço nos eventos de maior público do Carnaval.

As equipes estão presentes nos principais blocos do Plano Piloto, Taguatinga, Águas Claras e Planaltina, atuando com identificação visual da campanha. Servidores orientam o público, distribuem materiais informativos, bandanas e adesivos com a mensagem “Não é Não”, além de divulgar os canais oficiais de denúncia.

Rede de apoio durante a folia

A ação tem como foco ampliar a proteção às mulheres em ambientes de grande circulação de pessoas, onde historicamente aumentam os registros de importunação sexual. Além da conscientização, a campanha também orienta sobre como buscar ajuda imediata em caso de violência.

Equipes da Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav) atuam na linha de frente, oferecendo acolhimento e direcionamento às vítimas. A iniciativa reforça que o Carnaval deve ser um espaço de alegria, respeito e segurança.

Canais de denúncia

Durante o período festivo, a orientação é que casos de importunação sexual sejam denunciados imediatamente às forças de segurança presentes no evento ou pelos canais oficiais:

  • 📞 190 – Polícia Militar

  • 📞 197 – Polícia Civil

  • 📞 156 – Central de Atendimento do Governo do DF

A importunação sexual é crime previsto no Código Penal e pode resultar em pena de reclusão.

Carnaval com responsabilidade

A campanha “É Direito Delas Dizer Não” reforça a mensagem de que o consentimento é indispensável em qualquer interação. A mobilização no DF Folia 2026 busca não apenas coibir práticas abusivas, mas também fortalecer uma cultura de respeito às mulheres no Distrito Federal.

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