O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rebateu, na madrugada desta segunda-feira (26/10), declarações de Flávio Bolsonaro (PL) sobre uma suposta expulsão de fiscais do partido durante a apuração do segundo turno das eleições presidenciais.
A manifestação ocorreu após Flávio questionar o resultado que garantiu a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o candidato do PL, representantes da legenda teriam sido retirados da sala-cofre do tribunal.
Em nota oficial, o TSE negou a acusação e esclareceu que a sala-cofre não é aberta à visitação. O tribunal destacou, entretanto, que os partidos políticos têm acesso a espaços específicos destinados ao acompanhamento da totalização dos votos.
De acordo com a Justiça Eleitoral, dois fiscais do PL estiveram na sede do tribunal neste domingo (25), acompanharam procedimentos de fiscalização e tiveram acesso à Sala de Totalização e à Sala dos Partidos Políticos.
O TSE informou ainda que registros de presença e filmagens comprovam a circulação dos representantes pelas áreas autorizadas, contrariando a versão apresentada por Flávio Bolsonaro.
- Após derrota de Flávio Bolsonaro, Caiado e Daniel Vilela sinalizam posição política diante de novo mandato de Lula
- Lula agradece votos e diz que teve de vencer intromissão vinda de fora
- Lula é reeleito presidente do Brasil em virada histórica
- Nunes Marques pede vigilância e senso crítico com notícias no 2º turno
- Em Brasília, atos por Lula e Flávio ficam a 2 km de distância
A declaração do candidato ocorreu em meio aos questionamentos sobre o resultado presidencial e à possibilidade de contestação judicial do pleito.
Com a manifestação, o TSE buscou esclarecer os procedimentos de fiscalização e reafirmou que o acompanhamento da apuração ocorreu conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

