DF registra cinco urnas substituídas no segundo turno; país soma 467 trocas até as 10h

Relatório do TSE aponta que nenhuma seção eleitoral precisou recorrer à votação manual. No Distrito Federal, a taxa de substituição era de 0,07% no início da manhã.

O Distrito Federal registrou a substituição de cinco urnas eletrônicas nas primeiras horas de votação do segundo turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (25/10). Os dados constam do relatório de ocorrências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com registros atualizados até as 10h01.

Em todo o país, 467 urnas haviam sido substituídas até o horário do levantamento, o equivalente a 0,09% dos 499.248 equipamentos de votação previstos para o pleito.

Apesar das trocas, o TSE não registrava nenhuma seção eleitoral com votação manual no momento da atualização.

Distrito Federal tem cinco substituições entre quase 7 mil urnas

Segundo o levantamento, o Distrito Federal conta com 6.969 urnas principais de votação e 658 equipamentos de contingência, destinados a atender situações que exijam substituição.

Das urnas em operação, cinco haviam sido trocadas até as 10h01, percentual de 0,07%.

O relatório também informa que o DF possui 7.050 seções eleitorais e 2.253.132 eleitores aptos em seu cadastro eleitoral.

O documento não identifica os locais onde ocorreram as substituições nem detalha os problemas que motivaram cada troca.

Também não há registro de seções com votação manual no Distrito Federal.

Brasil tem 467 urnas substituídas

O balanço nacional do TSE aponta 467 substituições de urnas nas primeiras duas horas de votação.

São Paulo liderava o número absoluto de trocas, com 95 equipamentos substituídos, seguido por Paraná, com 68; Rio de Janeiro, com 50; e Minas Gerais, com 42.

Os quatro estados concentravam 255 substituições, mais da metade do total nacional registrado naquele momento.

A comparação, porém, precisa considerar o tamanho do eleitorado e a quantidade de urnas em cada unidade da Federação. Estados com mais seções eleitorais tendem a apresentar números absolutos maiores.

No levantamento, Sergipe tinha a maior taxa proporcional de substituição, de 0,24%, seguido pelo Paraná, com 0,23%.

Nenhuma seção havia recorrido à votação manual

Um dos principais indicadores do relatório é a ausência de votação manual.

Até as 10h01, o TSE contabilizava zero seções e zero municípios nessa modalidade.

A Justiça Eleitoral mantém urnas de contingência para substituir equipamentos que apresentem problemas durante a votação. A troca permite dar continuidade ao atendimento dos eleitores sem recorrer, necessariamente, a procedimentos alternativos.

O Brasil dispõe de 48.815 urnas de contingência para o segundo turno, segundo o quadro geral de quantitativos do TSE.

O relatório também registra nove substituições de urnas de contingência.

Mais de 158 milhões de eleitores aptos

O segundo turno das Eleições 2026 reúne 158.745.463 eleitores aptos a votar, conforme o levantamento da Justiça Eleitoral.

A estrutura nacional conta com 499.248 urnas principais de votação e 48.815 equipamentos de contingência.

Os números divulgados nesta manhã são parciais e podem mudar ao longo do dia, conforme novas ocorrências sejam comunicadas à Justiça Eleitoral.
Os dados apresentados nesta reportagem correspondem exclusivamente às ocorrências registradas até as 10h01 de domingo (25), conforme relatórios oficiais do TSE gerados às 10h05

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