O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu uma consulta pública que pretende dar aos consumidores de energia elétrica a possibilidade de escolher qual empresa será sua fornecedora, de forma a ampliar a competição nesse segmento.

A consulta pública, prevista na Portaria 690/22 publicada no Diário Oficial da União de hoje (30), debaterá a possibilidade de o consumidor residencial escolher o seu fornecedor livremente a partir de 2028. Para os consumidores comercial e industrial, a possibilidade de escolha valeria a partir de 2026.
- Governo amplia inclusão digital e leva tecnologia a mais de 200 comunidades indígenas no Brasil
- CCJ da Câmara aprova avanço de PECs que podem acabar com escala 6×1 no Brasil
- Morre Oscar Schmidt, maior nome do basquete brasileiro, aos 68 anos
- Ex-presidente do BRB é preso em investigação sobre operações com o Banco Master, ligado a Vorcaro
- Governo adia exigência de biometria para benefícios sociais e amplia prazo para emissão da nova identidade
De acordo com o MME, a consulta pública receberá contribuições até o dia 1º de novembro, discutindo a minuta que “permite a todos os consumidores de baixa tensão comprar energia elétrica de qualquer fornecedor”.
Notícias relacionadas:
- Ministro de Minas e Energia diz que Petrobras venderá refinarias .
- Energia solar passa termelétrica e se torna 3ª maior fonte brasileira.
- Anatel está com consulta pública aberta sobre telemarketing ativo.
De acordo com o MME, a consulta pública receberá contribuições até o dia 1º de novembro, discutindo a minuta que “permite a todos os consumidores de baixa tensão comprar energia elétrica de qualquer fornecedor”.
A pasta acredita que, ao permitir o acesso de consumidores a outros fornecedores de energia, conseguirá ampliar a competitividade do setor, de forma a melhorar a qualidade do serviço, inclusive resultando na diminuição de custos para o consumidor final.
“A abertura proporciona autonomia ao consumidor, que poderá gerenciar suas preferências, podendo optar por produtos que atendam melhor seu perfil de consumo, como os horários em que necessita consumir mais energia”, explica o MME.
A proposta manterá a “segregação entre atacado e varejo”. Dessa forma, consumidores da baixa tensão que decidirem acessar o mercado livre passarão a ser representados por um “agente varejista” junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Fonte: Agência Brasil
