Em comunicado, Comissão de Direitos Humanos repudiou decisão de registrar o menor como “nacionalidade desconhecida”, o que impediu o bebê de receber uma certidão de “apátrida” ficam assim desprovido de seguridade social pelo Estado.
Fonte: ONU News / ONU Mulheres
- CLDF analisa projeto sobre violência vicária após nova lei federal
- Fluminense cede empate ao Lanús e acaba eliminado da Sul-Americana
- Bragantino e Bahia abrem quartas de final da Copa do Brasil Feminina
- Ministra pede apoio para implementar propostas públicas
- Dembélé e Bonmatí conquistam Bolas de Ouro de melhores do mundo
