Estudantes da rede pública participam de atividade que une sustentabilidade, cultura e cooperação institucional
“Estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso bioma”
A proposta teve como objetivo integrar educação ambiental e expressão artística, promovendo a valorização do bioma Cerrado por meio de experiências práticas e criativas. Durante a programação, os alunos participaram de oficinas que envolveram pintura com tintas naturais, origami com elementos do Cerrado, música, plantio e outras vivências artísticas.
“Iniciativas como essa demonstram como a educação ambiental pode ser transformadora quando associada à cultura e à vivência prática”, avaliou o presidente do Brasília Ambiental, Valterson Silva. “Estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso bioma.”
Ação integrada
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A ação contou com o apoio da Aldeia Altiplano, da organização não governamental (ONG) belga Picaflore, da Embaixada da Bélgica e de parceiros do Eu Amo Cerrado. O programa prevê a produção de conteúdos artísticos com potencial de integrar uma exposição na Bélgica, ainda neste ano, ampliando a visibilidade do projeto e das ações desenvolvidas no DF.
“Esse projeto nasceu de um sonho de conscientização ambiental a partir da arte, idealizado pelo agroecólogo belga Luc Vankrunkelsven, que acreditava no poder da sensibilização poética e na observação amorosa, para despertar o cuidado com o meio ambiente”, relatou a consultora ambiental Louise Amand, que trabalha na Picaflore.
O Escolas de Arte do Cerrado reforça as diretrizes do programa Parque Educador, que transforma espaços naturais em ambientes de aprendizagem ao ar livre, com atividades planejadas e metodologias que estimulam o vínculo entre estudantes, meio ambiente e comunidade.
“A valorização do bioma Cerrado é uma pauta global”, apontou a analista ambiental Mariana Ferreira dos Anjos, do Brasília Ambiental. “Muitas vezes o Brasil é associado apenas à Amazônia, mas o Cerrado também tem uma importância ambiental enorme e precisa ser mais conhecido e valorizado. Essa troca com a Bélgica é uma oportunidade de mostrar essa realidade e sensibilizar mais pessoas sobre a preservação do bioma.”
*Com informações do Brasília Ambiental
Fonte: Agência Brasília
