O Hospital Badim, no bairro do Maracanã, informou, nessa quinta-feira (27), que o torcedor do Fluminense Bruno Tonini, de 38 anos, recebeu alta da unidade de saúde. Ele é fotógrafo e estava num bar nas proximidades do Estádio do Maracanã, com um grupo de amigos, no dia 1º deste mês, quando o policial penal Marcelo de Lima fez nove disparos de pistola, ferindo Bruno e matando o cinegrafista Thiago Mota.

Os amigos comemoravam a vitória do Fluminense sobre o Flamengo, na primeira partida da final do Campeonato Carioca. O agente Marcelo Lima, lotado na Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) está com a prisão preventiva decretada pela Justiça.
- Defesa pede autorização ao STF para cirurgia no ombro de Bolsonaro
- PDT solicita ao STF a anulação da eleição de Douglas Ruas na Alerj
- Cármen Lúcia se manifesta a favor da condenação de Eduardo Bolsonaro por difamação
- Monique Medeiros se entrega à polícia e é novamente presa
- Réus são condenados a mais de 1.200 anos por chacina de família no Distrito Federal
Notícias relacionadas:
- Policial penal é preso após morte de torcedor do Fluminense no RJ.
- MP denuncia policial penal por homicídio de torcedor do Fluminense.
A denúncia do Ministério Público estadual relata que, por volta das 22h52, em frente à Pizzaria Os Renatos, Marcelo teria dito que “petista é igual flamenguista, tudo burro e ladrão”, o que provocou a revolta das vítimas.
O documento encaminhado à 4ª Vara Criminal da Capital informa que “os crimes foram praticados por motivo torpe, em razão do inconformismo de Marcelo com as posições políticas expressadas pelas vítimas após suas declarações, com emprego de meio que resultou em perigo comum, uma vez que o denunciado atirou em via pública, com grande número de pessoas circulando e confraternizando em bares locais. Além disso, os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, pegas desprevenidas pela ação inesperada do denunciado”.
Fonte: Agência Brasil
