Na noite de domingo (4), o COPOM foi acionado para atender a uma ocorrência de possível injúria racial no restaurante Maiorca, localizado no setor de mansões do Lago Norte, em frente à prainha do Lago Norte.
Ao chegar ao local, a equipe policial encontrou a solicitante, bem como a vítima e uma testemunha, aguardando na frente do estabelecimento. Eles relataram o ocorrido, apresentando vídeos registrados com um aparelho celular como prova. Diante disso, os policiais solicitaram a colaboração dos seguranças do restaurante para localizar o autor do crime, que prontamente se apresentou para conversar com as autoridades.
No entanto, o indivíduo estava visivelmente embriagado, tornando o diálogo bastante desafiador. Ao ser questionado sobre os fatos, ele começou a repetir insistentemente a frase “a carne preta é a mais barata”, alegando que se tratava de uma música. Quando foi informado de que suas palavras haviam ofendido outras pessoas, sua exaltação aumentou ainda mais, resultando em gritos e repetições da frase anteriormente citada, ao mesmo tempo em que afirmava estar apenas cantando.
Indagado se gostaria de se desculpar com a parte ofendida pelo ocorrido, ele se negou, alegando não ter feito nada de errado. Nesse momento, foi comunicado de que seria conduzido à delegacia para a devida apuração de sua conduta. O autor, sem oferecer resistência, foi colocado no banco traseiro da viatura, continuando a vociferar ameaças aos ofendidos, gritando: “vocês vão ver”…
- PMDF Participa de Reunião da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais e Fortalece a Representação Nacional das Polícias Militares
- PMDF Desarticula Ponto de Tráfico em Samambaia Sul e Prende Dois Adultos e Apreende Adolescente
- Solicitação de Doação de Sangue
- Doação de Sangue de Rita Pereira de Sousa, Mãe do Sgt Laurindo
- Campanha de Doação de Sangue em Apoio a Marcelo Serejo Machado
O indivíduo foi conduzido até a 6ª DP, na viatura policial, enquanto a outra parte envolvida compareceu por meios próprios para ser apresentada à autoridade policial. Após ouvir os relatos dos policiais e demais envolvidos, a autoridade policial constatou que o ocorrido se configurava, de fato, como crime de injúria racial e decidiu pela prisão em flagrante do acusado.
Fonte: PMDF
