GDF conquista certificação no cuidado a doenças respiratórias

Também foram destacadas iniciativas que transformam o tratamento de AVC na rede pública de saúde

O DF é o primeiro do país a alcançar essa certificação, concedida a sistemas de saúde que cumprem mais de 80% dos critérios técnicos estabelecidos, como programa de vacinação estruturado para pacientes com doenças respiratórias e capacitação de 75% das equipes médicas da Atenção Primária. Também estão entre os critérios o fortalecimento de grupos de enfrentamento ao tabagismo, capacitação de agentes comunitários de saúde (ACSs) e ampliação da busca ativa de pacientes.

“Ao definirmos a meta de conquistar esse selo até junho, a motivação nos impulsionou. Superar as expectativas demonstra o comprometimento das equipes e aponta o caminho para avançarmos ainda mais no cuidado com os pacientes”, afirmou o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda.

“Acreditamos que o avanço na saúde se constrói com colaboração. Essa parceria fortalece o cuidado ao paciente em toda a sua jornada e gera impacto direto para a sociedade”, ressaltou a presidente da Boehringer Ingelheim no Brasil, Andrea Sambati.

Projetos ampliam atendimento e reduzem sequelas

Durante o evento, também foram apresentadas iniciativas que transformam o atendimento na rede pública de saúde. Entre elas, os projetos AVC no Quadrado, que descentraliza o tratamento de acidente vascular cerebral (AVC), e o Sprint, voltado à linha de cuidado do infarto.

Segundo a coordenadora do projeto Sprint, Edna Maria Marques, a iniciativa tornou o DF referência no tratamento de infarto agudo do miocárdio. “Esse projeto nasceu de um sonho de integrar toda a rede de emergência e promover educação continuada. Hoje, temos 100% de integração e somos referência no tratamento do infarto, com impacto direto na vida dos pacientes”, destacou.

Com a reorganização da rede por meio do projeto AVC no Quadrado, hospitais regionais como o do Gama (HRG) e o de Sobradinho (HRS) passaram a realizar trombólise endovenosa, terapia estabelecida para o tratamento agudo, que possui alto impacto na redução de sequelas relacionados ao AVC. Já o Hospital de Base (HBDF) concentra procedimentos de maior complexidade, como a trombectomia mecânica, técnica avançada e de alta complexidade no tratamento agudo de casos selecionados.

*Com informações da SES-DF

Fonte: Agência Brasília

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