A governadora Celina Leão oficializou nesta quinta-feira (28) a criação da chamada “Tabela SUS Candanga”, mecanismo que complementa os valores pagos pela tabela nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal. A medida prevê uma provisão de R$ 57 milhões para contratação de hospitais e clínicas particulares, permitindo que a rede privada atue de forma complementar quando o sistema público não conseguir atender à demanda.
O decreto assinado pelo Governo do Distrito Federal autoriza a Secretaria de Saúde a ampliar os contratos com unidades privadas conveniadas ao SUS, principalmente em especialidades e procedimentos que enfrentam maior fila de espera na rede pública.
Na prática, a nova tabela estabelece valores adicionais para consultas, exames, cirurgias e outros atendimentos de saúde, tornando mais viável financeiramente a participação da rede privada no atendimento de pacientes do SUS no DF.
Segundo o governo, a expectativa é reduzir em até 80% as filas da saúde em um prazo de seis meses, ampliando a capacidade de atendimento e acelerando procedimentos represados.
A iniciativa faz parte de uma estratégia do GDF para desafogar hospitais públicos e garantir maior rapidez no acesso da população aos serviços de saúde. O modelo será utilizado especialmente em momentos em que a rede pública não tiver capacidade suficiente para absorver toda a demanda.
- Restaurante Comunitário da Estrutural retoma atendimento nesta terça-feira (14)
- Celina Leão determina apuração rigorosa sobre morte de paciente no Hospital de Base
- Bombeiros são atacados durante combate a incêndio na Cidade Estrutural e viatura fica fora de operação
- Túnel Rei Pelé será interditado neste domingo (12) para simulado de emergência
- PMDF lança Operação Kratos para reforçar segurança em todo o Distrito Federal neste fim de semana
Durante a assinatura do decreto, Celina Leão destacou que a medida busca dar mais eficiência ao sistema público de saúde e garantir respostas mais rápidas para a população que aguarda por atendimento especializado.
A expectativa da gestão é que hospitais particulares passem a atuar de forma complementar em diversas áreas da saúde, contribuindo para reduzir o tempo de espera de consultas, exames e cirurgias eletivas no Distrito Federal.
Por Cris Oliveira – Jornalista | Blog da Cris
Especialista em política, políticas públicas, empreendedorismo e cobertura institucional.
