Quem convive com um pet sabe como é angustiante perceber que o animal não está bem sem conseguir entender exatamente o que está acontecendo. Falta de apetite, febre, vômitos ou mudanças no comportamento podem indicar diferentes doenças, muitas delas com sintomas parecidos. Nesses casos, identificar rapidamente a causa do problema faz toda a diferença para iniciar o tratamento adequado e aumentar as chances de recuperação.
Uma das formas mais eficientes de identificar o agente infeccioso é por meio do diagnóstico molecular, um tipo de exame que identifica vírus, bactérias e outros agentes infecciosos por meio da análise do material genético, permitindo resultados mais rápidos e precisos.
“Com isso, é possível garantir mais sensibilidade e precisão, o que permite decisões clínicas mais rápidas e seguras. Isso impacta diretamente na recuperação do animal e também na redução dos riscos de transmissão em ambientes compartilhados, como clínicas, hospitais veterinários, canis e gatis”, explica a biomédica Gabriela Cesarini, gestora de pesquisa e desenvolvimento da Loccus.
A rapidez, ressalta Gabriela, é um fator decisivo principalmente em casos críticos, de animais internados ou imunossuprimidos. “Isso porque diferentes doenças podem apresentar sinais clínicos semelhantes, mas exigem tratamentos e manejos específicos e, quanto mais cedo o agente infeccioso é identificado, mais assertiva tende a ser a conduta”, afirma.
Entre as doenças que reforçam a importância desse tipo de exame estão a cinomose, parvovirose, leishmaniose, FeLV, FIV, PIF e infecções respiratórias felinas, que demandam diagnósticos rápidos para uma melhor condução clínica. Além disso, doenças infecciosas respiratórias, gastrointestinais e transmitidas por vetores seguem como desafios frequentes em clínicas e hospitais veterinários.
- “Meu cachorro melhorou, posso parar o tratamento?” Especialistas esclarecem as principais dúvidas sobre dermatites e saúde da pele dos cães
- Adoção de pets no fim do ano exige planejamento e responsabilidade
- Brasil lidera ranking mundial de intenção de adoção de cães e gatos, revela pesquisa
- Câncer de mama em pets: novas diretrizes mudam tratamento e alertam sobre castração precoce
- Concurso vai eleger Rei e Rainha Pet da Primavera em feira gratuita no Brooklin neste fim de semana
Esse cuidado cada vez mais próximo com os animais acompanha uma mudança no perfil das famílias brasileiras. Hoje, o Brasil tem cerca de 160 milhões de pets e ocupa a terceira posição entre os maiores mercados pet do mundo, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). O setor também segue em expansão: apenas em 2024, o mercado pet brasileiro faturou R$ 75,4 bilhões, crescimento de 9,6% em relação ao ano anterior.
Sobre a Loccus
A Loccus é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções para biologia molecular, diagnóstico e automação laboratorial. Com foco em inovação científica e tecnológica, atua no fornecimento de equipamentos, reagentes, kits e sistemas automatizados para laboratórios, hospitais, universidades, centros de pesquisa e indústrias em todo o país. A companhia desenvolve soluções voltadas a áreas como diagnóstico molecular, genômica, biotecnologia e extração automatizada de DNA e RNA, contribuindo para mais precisão, segurança e agilidade nos processos laboratoriais. A empresa também apoia iniciativas de fortalecimento da ciência e ampliação do acesso ao diagnóstico no Brasil.

