
Durante a reunião dos trabalhadores da Caesb na sala do Presidente da empresa Dr. Oto Silverio o clima esquentou na empresa. Os grevistas cobram o atendimento de suas reivindicações que são: manutenção do ACT ( Acordo Coletivo de Trabalho), 6% de reajuste, pagamento da PPR (Programa de Participação de Resultados), abono de 44 dias da greve feita em maio e junho, e que não acha a punição e nem prejuízos as funções dos grevistas. A empresa sofre um desgaste pela super lotação de comissionados ao todo 100 cargos e 900 pessoas recebem gratificações de chefias. Segundo fontes é necessário uma auditoria para constatar os prejuízos sofridos na gestão de Agnelo e Filippelli, principalmente nos contratos terceirizados com indícios de ilegalidade. O complicado é o discurso do Presidente que a empresa está em dificuldades financeiras. Como assim diretoria? Caesb está quebrada?
Cris Oliveira
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