Pular para o conteúdo principal
agênciaBrasil
radioAgência
rádioMEC
rádioNacional
- Candidatos dão início à campanha presidencial em redutos eleitorais
- TSE ordena a retirada de vídeo que vincula Lula ao PCC e ao CV
- Mayara Noronha entra na disputa por uma vaga de deputada federal pelo DF
- Agendas dos candidatos à presidência para o domingo, 16 de outubro
- Comunicação digital será decisiva nas eleições de 2026
tvBrasil
|
carta de serviços
|
transparência
POR
ENG
ESP
Últimas Notícias
|
Cultura
Direitos Humanos
Economia
Educação
Esportes
Geral
Internacional
Justiça
Meio Ambiente
Política
Saúde
Versão em áudio
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, repudiou nesta terça-feira (28) as ofensas proferidas pelo presidente da Argentina, Javier Milei, contra o Brasil, durante a convenção partidária do Partido Liberal (PL), realizada no último sábado.
A convenção oficializou a candidatura à Presidência da República do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso e condenado por tentativa de golpe de Estado, entre outros delitos.
Em entrevista após um evento na capital paulista, Alckmin destacou que o líder argentino cometeu uma “intromissão em assuntos internos do Brasil” de maneira “absolutamente grosseira”.
“É lamentável que o presidente de um país vizinho amigo, que compõe até o Mercosul, preste um desserviço ao seu país. Porque vem ao Brasil, numa [época de] eleição, [e] não deve presidente se envolver em eleição de outro país”, afirmou o vice-presidente.
Alckmin não respondeu diretamente se a postura de Milei poderá impactar as relações comerciais entre os dois países, mas enfatizou que o Brasil é o maior comprador de produtos argentinos e o principal parceiro comercial do país vizinho.
No último sábado, em São Paulo, o presidente da Argentina ofendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, utilizando termos como “presidiário”. Além disso, chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, relator da trama golpista, de “lixo careca”.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, convocou, no último domingo (26), o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Raimondi, e expressou ao diplomata a repulsa do governo brasileiro às declarações do presidente argentino.
Fonte: Agência Brasil
