O Índice de Confiança de Serviços (ICS), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve queda de 0,4 ponto na passagem de setembro para outubro. Essa foi a primeira queda depois de cinco altas consecutivas do indicador, que mede a confiança do empresário do setor brasileiro de serviços.
Com a queda, o indicador chegou a 87,5 pontos em uma escala de zero a 200, e continua abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro deste ano), quando registrou 94,4 pontos. Seis dos 13 segmentos pesquisados tiveram recuo na confiança.
A queda foi puxada pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro e que caiu 3,2 pontos, passando para 95,7 pontos e voltando a se situar abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020).
Já o Índice da Situação Atual, que mede a percepção dos empresários sobre o presente, subiu 2,6 pontos e passou para 79,5, mantendo a trajetória crescente desde maio.
- Anac impõe restrições ao transporte de power banks em aeronaves
- CMN autoriza linha de crédito para capital de giro a cooperativas de leite no Pronaf
- CMN amplia incentivo nacional para linha de crédito do FAT voltada à inovação
- Companhias aéreas receberão linha de crédito para lidar com aumento de custos
- Dólar recua para R$ 5 e bolsa registra queda em meio a tensões no Oriente Médio
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor de serviços caiu 0,5 ponto percentual e chegou a 81,3%.
“A grande cautela dos consumidores e a incerteza sobre a evolução da pandemia sugerem que o setor ainda enfrentará dificuldades para retornar ao ritmo de recuperação observado do início do ano”, disse hoje, no Rio de Janeiro, o economista da FGV Rodolpho Tobler.
Fonte: Agência Brasil
