No xadrez para as composições partidárias, as lideranças políticas correm contra o tempo para a construção de um nome que agregue o máximo de aliados possível para formalização de uma chapa. Nesse cenário, cada político tenta argumentar e convencer os pares de que tem condições de encabeçar a corrida pelo Palácio do Buriti.
A última movimentação ocorreu nesta sexta-feira (9/3), no Hotel Manhattan, de propriedade do ex-vice-governador Paulo Octávio (PP). Após recente encontro da chamada Frente Cristã, o grupo cresceu e reuniu, desta vez, pelo menos oito líderes de legendas: PRB, PSC, DC, PMN, Patriota, DEM, PSDB e PSD. Caso permaneçam juntas, as siglas terão ao menos 40% do total de tempo do rádio e TV.
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A justificativa dos sucessivos encontros é a formatação de uma nominata forte a para eleição de bancadas numerosas, nas Câmaras Legislativa e dos Deputados. A chapa majoritária não fica fora da pauta. O grupo está decidido a apoiar o nome mais forte, de acordo com as pesquisas de intenção de voto.
O escolhido contará com apoio do PSD de Rogério Rosso e de todas as outras legendas do grupo. Apesar de fechado, os integrantes não descartam uma reaproximação com o ex-secretário de Saúde Jofran Frejat (PR). “Na política, tudo é possível”, disse Fraga, à coluna.
