Secretaria de Obras e Infraestrutura já se prepara para a mudança. Governadora deve ser a próxima a desembarcar no novo endereço
Celina Leão ressalta que o espaço foi construído com esse intuito e está estruturalmente bem preservado e precisa ser valorizado.
“Além da economia de recursos públicos, a ocupação traz vida e dinamismo ao local”
Também faremos a transferência do nosso gabinete, junto com outras áreas estratégicas. A ideia é estruturar um planejamento para ocupar 100% do CADF.”
A expectativa do GDF é ocupar gradualmente os 182 mil metros quadrados do espaço, distribuídos em 16 edifícios, concentrando órgãos estratégicos que atualmente funcionam em prédios alugados em diferentes regiões do Distrito Federal. A primeira pasta a iniciar a mudança será a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), que já prepara a transferência para o complexo.
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Atualmente, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) já executa serviços de recuperação do paisagismo, com manutenção dos gramados e limpeza das calçadas, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Também já foi acionada, por meio da Secretaria de Economia, a manutenção dos elevadores. Paralelamente, a Secretaria de Obras faz o levantamento das principais demandas estruturais, como impermeabilização de lajes, recuperação de calçadas e calhas, entre outras intervenções necessárias para viabilizar a ocupação.
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Seduh) também deve integrar o processo de mudança para o Centro Administrativo. “A governadora convocou alguns secretários para conhecer o local, com o objetivo de avaliarmos a situação do empreendimento, especialmente das pastas que hoje funcionam em imóveis alugados. No nosso caso, o contrato está próximo do vencimento, e a orientação foi renovar apenas pelo período necessário para viabilizar a mudança o quanto antes.
A partir dessa determinação, vamos iniciar um levantamento das necessidades para a transferência da equipe. Com isso, poderemos estruturar o processo de mudança e levar os servidores para o Centro Administrativo”, afirma o secretário da Seduh, Marcelo Vaz.
Centro Administrativo
O empreendimento enfrentou uma longa trajetória marcada por entraves jurídicos, questionamentos contratuais e disputas judiciais envolvendo os custos da obra e pagamentos pendentes. Durante anos, o espaço permaneceu subutilizado enquanto o governo discutia soluções legais e financeiras para viabilizar sua ocupação definitiva.
Além da redução de custos, a ocupação do CADF também deve impulsionar a movimentação econômica de Taguatinga, com aumento do fluxo de servidores, visitantes e serviços no entorno do complexo administrativo.
O governo trabalha em um cronograma escalonado de mudanças para garantir que a transição ocorra sem prejuízos ao atendimento da população. “Essa mudança representa uma nova lógica de gestão: menos desperdício, mais planejamento e mais investimento onde realmente importa, que é o atendimento ao cidadão”, acrescenta o secretário de Economia, Valdivino de Oliveira.
Segundo Valdivino, o GDF ainda contabiliza os ganhos da medida. “A governadora vai organizar a logística dessa transição para não termos prejuízos. Tudo está sendo feito com muita responsabilidade e cautela”, conclui.
Fonte: Agência Brasília
