O aumento da oferta no varejo e a digitalização do consumo têm pressionado marcas a rever a forma como apresentam seus produtos. Relatórios recentes da Bain & Company mostram que o mercado global de luxo segue em crescimento moderado, com consumidores mais criteriosos na decisão de compra, enquanto estudos da McKinsey indicam que experiência e confiança na marca estão entre os principais fatores que influenciam a conversão nesse segmento.
No Brasil, a combinação entre ticket médio elevado e maior acesso a informação tem acelerado essa mudança de comportamento, ampliando o papel da curadoria como estratégia de diferenciação.
Débora Delanda, fundadora da Joias Kether e com mais de 26 anos de atuação no setor, afirma que o consumidor busca mais segurança e praticidade na hora de escolher. “Hoje o cliente valoriza poder escolher entre variedade, mas também busca direcionamento. Nas lives diárias, apresentamos seleções especiais com peças escolhidas para diferentes estilos, ocasiões e faixas de investimento. Isso facilita a decisão e torna a experiência mais assertiva”, diz.
A Joias Kether atua com joias em ouro 18k voltadas à durabilidade e preservação de valor. No ambiente digital, mantém portfólio amplo, enquanto nas transmissões ao vivo transforma variedade em experiência guiada de compra. Segundo a especialista, a curadoria reduz ruído na jornada de compra e melhora o desempenho comercial. “Nas lives, conseguimos unir diversidade de produtos com orientação em tempo real. O cliente entende mais rápido o que faz sentido para ele, o que encurta o processo de decisão e aumenta a segurança na compra”, afirma.
Esse movimento acompanha uma tendência mais ampla do varejo. Estudo da Deloitte aponta que consumidores de bens de luxo têm priorizado experiências mais personalizadas e atendimento consultivo, sobretudo em categorias de maior investimento. No caso das joias, a decisão envolve não apenas estética, mas também valor simbólico e financeiro, o que eleva a necessidade de orientação especializada.
- Alerta de Mayara Noronha expõe falha comum no uso do Pix por empreendedores digitais
- Corrida dos Campeões leva franqueados ao Caribe e reforça cultura de reconhecimento no franchising
- Guará recebe nova edição da Vigília Cultural Guará com oficinas gratuitas de crochê
- Carros elétricos ganham espaço em Goiânia com economia de até R$ 10 mil ao ano
- Piracanjuba leva conscientização sobre autismo para embalagens de leite em todo o Brasil
A mudança impacta diretamente a forma como as empresas estruturam seus portfólios. Mais do que apenas ampliar o mix de peças, cresce a adoção de coleções organizadas e seleções coerentes com o posicionamento da marca. “Quantidade deixou de ser sinônimo de competitividade. Hoje, a consistência da seleção é o que sustenta a percepção de valor”, afirma.
Para empresas que buscam implementar esse modelo, o primeiro passo está na leitura de comportamento do cliente. Dados de compra, preferências e perfil de consumo orientam a definição do mix. Na sequência, entra a construção de narrativa e a preparação da equipe para atuar de forma consultiva, conectando produto e necessidade de forma clara.
A contratação de especialistas ou empresas voltadas à curadoria também exige critérios. Experiência prática no setor e capacidade de traduzir estratégia em resultado são pontos centrais. “Curadoria precisa impactar venda, margem e posicionamento. Se não gera resultado, não é estratégia, é apenas opinião”, afirma.
Apesar dos benefícios, há riscos quando o processo não é estruturado. Reduzir demais o portfólio sem considerar diferentes perfis pode limitar vendas. Falhas de alinhamento entre curadoria e comunicação também comprometem a percepção da marca.
Quando bem aplicada, a estratégia tende a gerar ganhos consistentes. “A curadoria aumenta o valor percebido, melhora a experiência e reduz a dependência de desconto. A empresa passa a competir por confiança, não por preço”, diz.
Em um varejo marcado por grande variedade e consumidor mais exigente, a capacidade de selecionar, orientar e posicionar produtos deve definir quais marcas conseguirão crescer com margem e consistência nos próximos anos.
Sobre Débora De Landa
Débora De Landa é fundadora da joalheria Kether e atua no mercado joalheiro há mais de 26 anos. Com origem em uma família tradicional do setor, iniciou sua trajetória desenvolvendo conhecimento sobre qualidade, procedência e relacionamento com o cliente. Ao longo da carreira, passou por diferentes etapas, desde a atuação com semijoias até a importação de prata, consolidando-se posteriormente no segmento de joias em ouro 18k.
Atualmente, lidera a joalheria Kether, atendendo clientes em todo o Brasil por meio de loja física, e-commerce e vendas ao vivo. Sua atuação é marcada pela curadoria das peças, experiência prática e compromisso com a transparência, fatores que sustentam sua credibilidade em um mercado diretamente ligado à confiança e ao valor percebido.
Para mais informações, acesse linkedin e instagram.
Sugestão de fonte: clique aqui
Sobre o Joias Kether
A joalheria Kether é especializada em joias em ouro 18k e atua no mercado com foco em peças que aliam valor duradouro, design atemporal e procedência confiável. Fundada por Débora De Landa, profissional com mais de 26 anos de experiência no setor joalheiro, a marca nasce a partir de uma trajetória consolidada, construída sobre conhecimento técnico, curadoria criteriosa e relacionamento próximo com o cliente.
Com atendimento em todo o Brasil, a Kether opera por meio de loja física, e-commerce e vendas ao vivo, modelo que amplia o acesso às peças e reforça a transparência no processo de compra. A atuação da marca é guiada pela seriedade na seleção das joias, pela clareza na comunicação e pelo compromisso em oferecer produtos que mantenham valor ao longo do tempo, posicionando-se em um segmento onde credibilidade e confiança são determinantes para a decisão de compra.
