As obras do viaduto da EPIG, uma das mais importantes intervenções de mobilidade urbana do Distrito Federal, também se tornaram referência em sustentabilidade. Como parte do processo de compensação ambiental, estão sendo plantadas mais de 125 mil árvores nativas do Cerrado, reforçando o compromisso do GDF com a preservação e o reflorestamento das áreas impactadas pela construção.
O projeto de compensação é coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema-DF), em parceria com o DER-DF e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram). O objetivo é garantir que cada área afetada receba tratamento adequado de recomposição vegetal, com espécies que favoreçam a biodiversidade e melhorem a qualidade do ar.
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Além do plantio, o programa inclui o monitoramento técnico das mudas por dois anos, assegurando o desenvolvimento das espécies e a efetividade da ação ambiental. Entre as árvores plantadas estão ipês, jatobás, aroeiras e outras variedades típicas do bioma Cerrado.
O GDF destacou que o modelo adotado na EPIG será referência para futuros projetos viários, unindo infraestrutura moderna e responsabilidade ambiental. O viaduto, que integra o complexo de mobilidade da Estrada Parque Indústrias Gráficas, deve reduzir o tempo de deslocamento e melhorar o fluxo de veículos na região central de Brasília.
