Preocupado e sensibilizado com a violência contra as mulheres, o presidente chamou a ministra Damares Alves ao Palácio do Planalto com urgência. Como Damares, que já está com a pulga atrás da orelha, achando que pode ser demitida a qualquer momento, reuniu-se com os seus assessores, pediu-lhes um relatório das ações que estavam sendo tomadas pelo Ministério para mostrar ao presidente.
Assim que chegou foi logo arguida pelo presidente, que foi direto ao assunto.
Damares, eu estou de saco cheio de tanta reclamação, de minha esposa Michele, que chora ao saber de notícias de feminicídio, já estou por aqui com este problema.
Não quero saber de estatísticas, de trabalho de conscientização, deste problema, eu quero é ação.
Damares então falou, que estava pensando em colocar em prática, cursos de defesa pessoal para todas as mulheres, como golpes de mata leão, por exemplo, até que ela possa ser socorrida.
- Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado: ação planeja chegar a 150 mil mudas até 2030
- STF barra abertura de cursos de Medicina sem aval do MEC e reforça exigência de critérios técnicos
- Cinema brasileiro faz história no Globo de Ouro 2026 com vitórias de “O Agente Secreto”
- Dia da Consciência Negra reforça debate sobre igualdade, educação antirracista e políticas públicas no DF
- Justiça Federal retifica decisão e confirma: bens do BRB não foram bloqueados
Bolsonaro exclamou, assim é que se faz, temos de dar uma chance para elas se defenderem, objetivamente.
Um assessor da ministra sussurrou, deste jeito só matando estes otários, fracos, que querem matar as mulheres, só porque elas querem largá-los.
O presidente, ouviu os sussurros, e pediu que ele se aproximasse e antes que o assessor chegasse junto ao presidente, a ministra Damares, falou-lhe que não era para ele falar ao presidente para armar as mulheres para enfrentar os homens, de jeito nenhum. Falar em outros golpes além do mata leão, como o muay thai, karatê, falar destas coisas, mas nada de armas, senão ele seria demitido logo após a reunião.
O assessor, então falou de vários tipos de luta para o presidente, inclusive boxe, mas achou mais eficiente, o karatê, e o muay thai.
Damares, falou ao assessor, se você tivesse falado aquela ideia maluca de armas, eu o teria demitido ou enviado para a Antártida para você pesquisar a vida dos pinguins.
Moral da estória.
Se você for falar com o presidente Bolsonaro, pense bem no que você vai falar, como falar e muito cuidado ao falar.
Porque se ele gostar da ideia, ele a aprova e pode causar um estrago danado até que seja tudo corrigido.
