Um alto funcionário de segurança do país disse que a lista cita “os terroristas mais procurados” e enfatizou que “esta é a primeira vez que essa informação é tornada pública”, já que até agora ela era confidencial.
A lista inclui 28 suspeitos de jihadistas do Daesh, 12 membros da Al-Qaeda e 20 membros do Baath, incluindo a filha mais velha de Hussein, Raghad Saddam Hussein, atualmente residente na Jordânia.
Além disso, os papéis que cada um presumivelmente desempenha em sua organização, bem como seus crimes, são detalhados. Na maioria dos casos, são incluídas fotografias das pessoas procuradas.
Muitos deles são acusados de assassinatos, bombardeios e ataques às forças de segurança, bem como financiar e transportar armas. Todos os suspeitos são de nacionalidade iraquiana, com exceção de Maan Bashour, um libanês acusado de recrutar cidadãos para lutar no Iraque.
“É uma história antiga que se liga à invasão do Iraque nos EUA, quando fomos apoiadores da resistência iraquiana e realizamos atividades contra a ocupação dos EUA”, disse Bashour em relação à lista.
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