A capital do País tem uma história negativa quando o assunto é asfalto. Em 2013 o Distrito Federal foi palco de muitas críticas por causa do programa do então governo Agnelo, chamado Asfalto Novo, que chamava atenção por onde passava, por se tratar do famoso asfalto “sonrisal”. O resultado disso foram R$ 64 milhões de superfaturamento, constatado mais tarde pelo TCDF, que na época atuava de perto fiscalizando as obras realizadas no DF.
Em 2016 o TCDF inaugurou um novo equipamento que auxiliou na avaliação da prestação dos serviços públicos à população. O Laboratório de Controle Externo de Obras Públicas levou um ano para ficar pronto e permitirá que os técnicos do tribunal analisem o solo e o asfalto do DF. Assim, os profissionais avaliaram as obras em todas as suas etapas, desde a preparação do solo até a aplicação da última camada.
Foram investidos cerca de R$ 380 mil na reforma do espaço e compra de equipamentos.
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Agora em 2020 a má qualidade dos tapa-buracos nas ruas do DF está muito visível. Asfalto gangorra, esfarelado e de péssima qualidade tem deixado os contribuintes indignados com o trabalho realizado pela NOVACAP. Por todas as ruas onde se passa o recapeamento do asfalto, temos buracos tapados de qualquer jeito, dificultando a vida do motorista e acumulando poças d’água, que dificultam também a vida dos pedestres.


