Hackathon mobiliza participantes e transforma ideias em soluções para a saúde no DF

Nos dias 27 e 28 de março, a Escola Técnica do Guará se transformou em um verdadeiro polo de criatividade e desenvolvimento durante o hackathon em tecnologia e saúde do programa Impulsiona Saúde. Promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto MultipliCidades, o evento reuniu estudantes, empreendedores e profissionais em uma imersão intensa voltada à construção de soluções para desafios reais da saúde no DF.

“Estamos criando oportunidades reais para que ideias saiam do papel e se transformem em soluções concretas para a população”

Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o papel estratégico da iniciativa é voltado para o futuro do setor. “Estamos criando oportunidades reais para que ideias saiam do papel e se transformem em soluções concretas para a população. O Impulsiona Saúde conecta talento, conhecimento e propósito, fortalecendo a inovação no Distrito Federal”, afirmou.

Ao longo dos dois dias, os participantes trabalharam em equipes multidisciplinares, desenvolvendo propostas que dialogam com diferentes frentes do sistema de saúde, como gestão hospitalar, atendimento ao cidadão e otimização de processos. A dinâmica estimulou a troca de experiências e a aplicação prática do conhecimento, aproximando os desafios reais das soluções tecnológicas.

Para muitos, a experiência foi transformadora. “A gente chega com uma ideia e sai com uma visão muito mais clara de como transformar isso em algo real. Foi intenso, mas também muito inspirador”, contou Arthur Martins, integrante da equipe vencedora do hackathon.

Três equipes foram reconhecidas, no final do evento, pelas soluções apresentadas

O processo contou com o suporte contínuo de mentores e professores, que acompanharam as equipes desde a fase de ideação até a apresentação final dos projetos. A professora Fátima Soares, que também competiu e conquistou o segundo lugar, destacou o valor dessa integração. “Quando a gente conecta conhecimento com problemas reais, surgem soluções muito mais criativas e possíveis. É um aprendizado coletivo, onde todo mundo cresce junto”, ressaltou.

Além da construção das propostas, o evento promoveu a troca entre diferentes áreas de atuação. “Tinha gente da área da saúde, da tecnologia e da gestão. Essa mistura fez toda a diferença porque cada um trouxe um olhar diferente para o mesmo problema”, avaliou Sara Holanda, integrante da equipe que ficou em terceiro lugar.

Ao final da maratona, três equipes foram reconhecidas pelas soluções apresentadas. O primeiro lugar ficou com Arthur Martins e Samil Vieira. Em segundo, a equipe formada por Fátima Soares, Danilo Santos e Luiz Aguiar se classificou. Já o terceiro lugar foi conquistado por Sara Holanda, Sara Mota e Yasmim Costa.

O hackathon marca o início de uma nova fase para os projetos selecionados, que seguem agora para o processo de incubação. Nesse estágio, as ideias passam a receber acompanhamento técnico e estratégico, com foco na transformação em negócios inovadores de base tecnológica.

*Com informações da Secti-DF
 

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