Com a extinção da secretaria da mulher na estrutura do Governo Rollemberg, as mulheres do DF estão sem a proteção de seus direitos e a elaboração de políticas públicas.
Gestantes em trabalho de parto foram manchetes nos jornais jogadas em colchonetes no chão do Hospital da Ceilândia ou sentadas em bancos na hora de “dar à luz”. Na prevenção contra o câncer de mama e colo do útero, a situação é também vergonhosa na rede pública de saúde do DF.
A secretaria da mulher foi extinta e para substituí-la foi criada uma sub-secretaria, que para nós é a mesma coisa que nada, pois as mulheres não vêem o trabalho da pasta já há 7 meses de governo. Retrocesso.
Cris Oliveira
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