
De acordo com ofício 1091 do Departamento de Saúde e Assistência ao Pessoal da Polícia Militar (na imagem acima), os policiais militares do Distrito Federal estão, a partir desta terça (26), sem direito à assistência médica privada. O GDF cortou o plano de saúde a que os integrantes dessa corporação tinham direito.
A medida, como informa o documento oficial, foi tomada em função de um contingenciamento de gastos, e valerá, pelo menos, até o dia 31 de dezembro. Desde ontem, os hospitais conveniados estão sendo informados do descredenciamento.
Dessa forma, em caso de atendimento de urgência, emergência, cirurgias, exames e consultas, os militares deverão ser atendidos pelo SUS.
Entre PMs ativos, inativos e familiares, trata-se de uma população desassistida de cerca de 90 000 pessoas.
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Segundo o secretário de Administração do governo, Wilmar Lacerda, falta ao caixa do governo 22 milhões de reais para que sejam cumpridas as demandas com o plano de saúde dos militares.
“Há uma determinação de governo para que, a partir de um ajuste financeiro, a corporação não sofra nenhum grave processo de continuidade nessa assistência privada”, disse Wilmar. Ele afirmou que o problema da falta de recursos deve ser corrigido para 2014, já que se trata da gestão de um novo orçamento.
Postado às 12h31
Fonte: Grande Angular\ Lilian Tahan
