“Mesmo com todo um trabalho de conscientização, as pessoas insistem em fazer prática de fogo”
David do Lago Ferreira, superintendente de fiscalização do Brasília Ambiental
Equipe de auditores fiscais do Instituto Brasília Ambiental flagrou, nesta quinta-feira (23), um cidadão ateando fogo em vegetação nativa do cerrado na região do Núcleo Rural do Córrego Jerivá, no Lago Norte. Além da advertência verbal, foi aplicada multa no valor de R$ 7.500,00. Os fiscais acionaram, imediatamente, o Corpo de Bombeiros e o incêndio foi controlado.
O superintendente de fiscalização do instituto, David do Lago Ferreira, lembra que, “além de destruir a vegetação nativa e matar muitos animais selvagens, um incêndio florestal como esse pode causar sérios prejuízos financeiros e, até mesmo, colocar em risco a vida de pessoas e de animais domésticos.”

O auditor ainda destaca que estamos no auge da seca e o Distrito Federal registrou nesta semana os dias mais quentes de toda a história. “Mesmo com todo um trabalho de conscientização, as pessoas insistem em fazer prática de fogo”, lamenta David Ferreira.
- Negociações por empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB continuam no STF
- Trânsito no Plano Piloto terá alterações neste fim de semana
- Agências do trabalhador oferecem 1.420 vagas de emprego no DF
- STF realiza nova audiência para tentar destravar empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB
- GDF realiza ação de acolhimento a pessoas em situação de rua na Asa Norte
Leia também
Contribuição
A recomendação do órgão para a população é de que, ao avistar focos de incêndios, o cidadão informe o Corpo de Bombeiros (193). Em casos próximos a uma unidade de conservação, o Brasília Ambiental também deve ser contatado pelo telefone (61) 9224-7202, através do WhatsApp.
A penalidade por destruir vegetação natural, mediante uso de fogo, está prevista no Art. 43, combinado com o inciso I do Art. 60 do Decreto Federal 6514/2008.
*Com informações do Instituto Brasília Ambiental
Fonte: Agência Brasília



