O presidente Vladimir Putin ordenou que os soldados do Grupo Wagner assinem um juramento de lealdade ao Estado russo após queda de avião que teria matado Yevgeny Prigozhin, chefe do grupo mercenário.

Putin assinou o decreto colocando a mudança em vigor com efeito imediato na sexta-feira (25), após o Kremlin dizer que sugestões do Ocidente de que Prigozhin havia sido morto por suas ordens eram uma “mentira absoluta”.
- Morte de brasileiros revela a rotina de ataques no Líbano, afirma jornalista
- PF realiza operação em 27 estados para combater abuso sexual infantojuvenil
- Mãe e filha brasileiras falecem no Líbano em decorrência de ataques de Israel
- Hiperglobalização enfrenta crise, afirma economista Eduardo Giannetti
- Autoridades dos EUA identificam responsável por atentado contra Trump
Notícias relacionadas:
- Líder mercenário russo está em lista de passageiros de avião que caiu.
- Quem é o chefe mercenário russo Yevgeny Prigozhin?.
O Kremlin declinou de confirmar definitivamente a identidade do líder mercenário, citando a necessidade de esperar resultados de testes.
A autoridade de aviação da Rússia disse que Prigozhin estava a bordo de um avião privado que caiu na noite de quarta-feira (23), a noroeste de Moscou, sem sobreviventes, exatamente dois meses depois de ele liderar um motim sem sucesso contra chefes do Exército.
O presidente Vladimir Putin enviou condolências às famílias dos mortos na quinta-feira e falou sobre Prigozhin no pretérito.
Citou “informações preliminares” como um indicativo de que Prigozhin e seus principais associados do Grupo Wagner haviam morrido e, embora tenha elogiado Prigozhin, disse que ele também cometeu “erros sérios”.
A exigência de Putin de um juramento aos soldados do Grupo Wagner e outros grupos militares terceirizados foi um claro movimento para colocá-los sob um controle estatal mais rígido.
É proibida a reprodução deste conteúdo
Fonte: Agência Brasil
