O jornal O Estado de São Paulo questionou a capacidade das deputadas eleitas para o Congresso que defendem pautas conservadoras representarem as mulheres no Legislativo.
No blog assinado por Hannah Maruci Aflalo, doutora em ciências políticas USP, o texto faz uma análise que parece refletir bem o viés ideológico da grande mídia.
Ao abordar o crescimento das vagas legislativas na mão de mulheres “de direita”, o jornal diz: “Esse aumento quantitativo precisa ser qualificado, uma vez que os dados apontam para um crescimento também na quantidade de mulheres filiadas a partidos extremamente conservadores, como o PSL”. Em outro momento, argumenta que “este avanço que pode significar retrocesso”.
Na nova composição da Câmara para a legislação 2019-202, ficou evidenciado um aumento de 51% na quantidade de mulheres: das 513 cadeiras, 77 serão ocupadas por deputadas. Na eleição de 2014 foram eleitas 51. A maioria das novas deputas tem discurso claramente conservador.
Porém, a matéria do Estadão não aceita que seja falado sobre pautas femininas no Congresso que nãos sejam associadas ao conhecido discurso da esquerda.
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Fonte: Gospel Prime
