Tenente coronel, Neila de Castro Alves, garante que a lei funciona e a medida protetiva é eficiente (Foto: ABC Digital)
A Polícia Militar de Goiás tem uma unidade exclusiva para acompanhar casos de mulheres vítimas de violência doméstica. E desde que o Batalhão Maria da Penha foi criado, há seis anos, nenhuma mulher assistida pelo programa foi vítima de feminicídio. O principal objetivo do Programa é acompanhar e auxiliar essas mulheres, conforme mostrou reportagem exibida na edição desta terça-feira (8) do programa O Mundo em sua Casa.
A comandante do Batalhão Maria da Penha, tenente coronel Neila de Castro Alves, garantiu que a lei funciona e a medida protetiva é eficiente. A segunda sargento Catiana reforça: “O trabalho do Batalhão Maria da Penha é esse acompanhamento de perto para verificar se a medida realmente está sendo cumprida”.
Durante a pandemia, a gestora Sarah Júlia Gouveia passou por momentos de violência física e psicológica por parte do companheiro. Depois que resolveu fazer a denúncia, conseguiu se livrar das agressões. “Infelizmente eu precisei, fui até a delegacia, fui muito bem atendida e, ao contrário do que muita gente acha, a gente é amparada o tempo todo”, disse.
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“Enfatizamos a importância de que seja denunciada a violência doméstica, porque é através dessa denúncia que nós podemos focar o nosso trabalho e reduzir o número de agressões”, reforçou a comandante do Batalhão Maria da Penha.
Confira a reportagem:
Fonte: Portal Goiás
