A Secretaria de Educação está finalizando o processo para contratação emergencial de empresas responsáveis pela manutenção e disponibilização de pessoal para sua frota própria de transporte escolar. Até que a contratação aconteça, os estudantes que usam esses ônibus terão atividades remotas.
Somente depois da alteração do decreto é que a Secretaria de Educação pode, legalmente, dar início aos procedimentos do processo licitatório
A maioria dos 167 veículos está no pátio da Sede III da Secretaria de Educação, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). A frota própria irá atender 7.068 estudantes de áreas rurais e urbanas que frequentam 106 escolas.
Entenda o caso
- QUAEST: CELINA LEÃO ABRE 20 PONTOS DE VANTAGEM SOBRE LEANDRO GRASS NO DF
- Julio Cesar anuncia compromisso de ampliar atendimento às mulheres e fortalecer esporte no DF
- Brasília pode chegar a 35°C nesta terça-feira e terá semana com previsão de chuva e trovoadas
- Celina Leão visita comunidade em Ceilândia e anuncia propostas para ampliar creches e apoiar mães
- Celina Leão concentra agenda em Ceilândia e Leandro Grass visita Taguatinga e Estrutural nesta segunda (12)
A gestão do transporte escolar foi transferida totalmente para a TCB por meio do Decreto 40.385/2021. Entretanto, 167 veículos são da frota própria da Secretaria de Educação, a maioria adquirida via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Eles também são mantidos, em parte, com verba do FNDE. Esse recurso, cerca de R$ 2 milhões mensais, que não pode ser administrado por terceiros, deixaria de ser enviado à Educação, onerando os cofres locais.
Por meio de um novo decreto, o 42.088/2021, de 13 de maio, ouve a alteração para adequação à norma federal. Com isso, a Secretaria de Educação segue com a gestão dos ônibus da frota própria, conhecidos como “amarelinhos”, e a TCB com a gestão da frota locada – 715 veículos que atendem 41.962 estudantes.
Leia também
Licitação
Somente depois da alteração do decreto é que a Secretaria de Educação pode, legalmente, dar início aos procedimentos do processo licitatório, que seguirão em andamento, mas demoram um pouco mais.
Para não deixar os estudantes sem o serviço, optou-se, então, por realizar a contratação emergencial, até o desfecho da licitação normal.
* Com informações da Secretaria de Educação do DF
Fonte: Agência Brasília



