Camaro fruto de estelionato é apreendido em agência de veículos no Núcleo Bandeirante

Veículo havia sido financiado de forma fraudulenta há cerca de dois anos e era anunciado para venda em loja do Setor de Indústrias Bernardo Sayão

Policiais militares do 25º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal localizaram, na tarde desta terça-feira (6), um Chevrolet Camaro produto de estelionato que estava sendo negociado em uma agência de veículos na região do Núcleo Bandeirante.

A equipe foi acionada por volta das 16h15, após receber informações de que o automóvel, adquirido de forma fraudulenta há aproximadamente dois anos, estaria sendo anunciado para venda em uma loja situada no Setor de Indústrias Bernardo Sayão (SIBS).

Financiamento feito sem conhecimento da vítima

De acordo com as informações apuradas, a vítima — um homem adulto — descobriu que seu nome havia sido utilizado indevidamente para o financiamento do veículo, sem nunca ter tido a posse do carro. Com o abandono do pagamento das parcelas, a instituição financeira passou a realizar cobranças, o que levou a vítima a iniciar diligências próprias para localizar o automóvel e esclarecer a fraude.

Durante as buscas, ele identificou o Camaro sendo anunciado em plataformas digitais e confirmou que o veículo se encontrava em uma loja de revenda. Diante disso, acionou imediatamente a PMDF.

Ordem judicial e procuração revogada

No local, o responsável pela agência informou aos policiais que o veículo teria sido deixado em consignação por terceiros, alegando desconhecimento da origem ilícita. No entanto, durante a verificação, foi constatada a existência de ordem judicial de busca e apreensão, expedida pela Justiça do estado de Goiás, além da revogação da procuração que havia sido apresentada para justificar a posse e negociação do automóvel.

Diante dos fatos, os policiais conduziram a vítima, o responsável pela loja e o veículo até a 11ª Delegacia de Polícia, onde o Camaro foi apreendido para as providências legais.

Crime de estelionato será apurado

Segundo a Polícia Militar, o emissor da procuração utilizada no esquema responderá pelo crime de estelionato. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que irá apurar a participação de outros envolvidos na fraude.

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