Lavar a vagina parece um passo óbvio na rotina de banho da maioria das mulheres. Mas um estudo da Universidade do Texas indicou que a ducha vaginal em excesso pode trazer vários malefícios, como infecções e inflamações, além de aumentar o risco de contrair o papillomavirus, mais conhecido como HPV. A pesquisa entrevistou mais de mil mulheres entre 20 e 49 anos.
Estudos anteriores já apontavam que a lavagem da vagina estraga o equilíbrio das bactérias que vivem na região, fazendo com que as mulheres fiquem mais vulneráveis a doenças sexualmente transmissíveis. As novas descobertas causam preocupação em relação às chances de contração de HPV, que pode causar câncer de colo do útero.
- Detox pós-festas: como retomar hábitos saudáveis após os exageros de fim de ano
- Estudo revela que 64% das mulheres brasileiras têm consciência da queda acentuada na fertilidade após os 35 anos
- Como tratar a alopecia? Condição que atinge as cantoras Maiara e Maraisa tem tratamento e requer diagnóstico precoce
- Como ajudar o bebê quando as cólicas aparecem?
- Morre Influenciadora Vegana Após Anos se Submetendo a Dieta Extrema

A Universidade do Texas relatou que a ducha aumenta em 26% a probabilidade de infecção das variações do papillomavirus. A conexão entre hábito e o HPV foi mantida mesmo quando os pesquisadores controlaram fatores de risco, como número de parceiros sexuais.
Além disso, o risco de infecção das variações de HPV que levam ao câncer aumentam em 40% se a mulher tiver o hábito de lavar profundamente a região. Os pesquisadores afirmam que não há nenhuma razão de saúde que justifique a ducha vaginal.
