
Em condições normais, o PMDB seria a opção mais natural para Roriz, que já pertenceu ao partido e que vem negociando tanto com o presidente nacional, Michel Temer, quanto com o regional, Tadeu Filippelli. Mais, Roriz considera o PMDB uma espécie de fiel da balança. Caso mantenha a atual aliança, será um apoio importante para o PT; caso tenda à oposição, poderá definir o jogo. Justamente por isso há duplo motivo para não se filiar. Se a coligação for mantida, Roriz estará emparedado. Se o PMDB for para a oposição, haverá o risco de uma chapa puro-sangue, o que raramente é positivo.
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Fonte: Do Alto da Torre
