A segunda edição do Festival da Cunhã encerrou sua programação em uma noite histórica de celebração à cultura amazônica. Com mais de 10 horas de festa, o evento reuniu música, arte, tradição e diversidade em uma grande celebração realizada na Arena da Amazônia, em Manaus.

A principal atração da noite foi a cantora Joelma, que se apresentou pela primeira vez na Arena da Amazônia. A artista paraense comandou um show vibrante, levando ao palco sucessos que fizeram o público cantar e dançar em uma apresentação marcada pela forte conexão com os fãs e pela valorização dos ritmos nacionais.
O encerramento também destacou a força dos artistas da região Norte. Passaram pelo palco nomes como David Assayag, Jr. Paulain, Israel Paulain, Patrick Araújo, George Japa, Aya da Amazônia, Matheus Santaella, Ariana Paes, Marcia Novo e Djuena Tikuna, além das bandas Banda Ayahuasca, Os Tucumanus e Banda Chora Cachorro, que levaram ao público ritmos regionais e performances culturais exaltando a identidade amazônica.
Um dos momentos mais marcantes da noite aconteceu quando Isabelle Nogueira convidou artistas de várias regiões do Brasil para subirem ao palco. Na sequência, os bois-bumbás Boi Garantido e Boi Caprichoso emocionaram o público com apresentações que reforçaram a tradição cultural amazonense.
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O Festival da Cunhã reuniu mais de 45 mil pessoas durante a programação e arrecadou mais de 40 toneladas de alimentos. Segundo a organização, o evento também movimentou cerca de R$ 50 milhões na economia local e promoveu o plantio de mil mudas de árvores na Amazônia como forma de compensar a emissão de carbono gerada pelo festival, reforçando o compromisso com a sustentabilidade.
Ao longo dos três dias de programação, convidados e participantes viveram experiências culturais e imersivas, incluindo encontros com comunidades tradicionais, experiências gastronômicas e apresentações artísticas que destacaram a riqueza cultural da Amazônia.
Idealizado por Isabelle Nogueira em parceria com a Mynd, o Festival da Cunhã se consolida como um movimento de valorização das múltiplas narrativas amazônicas, fortalecendo conexões entre cultura, ancestralidade, música, natureza e identidade regional.
Por Cris Oliveira – Jornalista | Blog da Cris
Especialista em política, políticas públicas, empreendedorismo e cobertura institucional.
