“Bumbum de colágeno”: médica explica como os glúteos podem envelhecer sem perder o volume

“Duas mulheres podem dizer que o bumbum envelheceu e estarem falando de mudanças completamente diferentes”, afirma a médica Danuza Alves

O bumbum pode manter praticamente o mesmo volume e, ainda assim, ganhar uma aparência diferente com o passar dos anos. Isso acontece porque nem todas as mudanças percebidas nos glúteos estão relacionadas ao tamanho da região. Firmeza e textura da pele, musculatura, oscilações de peso e alterações no próprio contorno também entram nessa equação. Com a popularização do chamado “bumbum de colágeno”, essa diferença passou a chamar atenção para uma região que também pode apresentar sinais do envelhecimento.

 

A resposta, portanto, nem sempre está em aumentar ou recuperar volume. Referência em harmonização glútea e no chamado “bumbum de colágeno”, a médica Danuza Alves explica que pacientes com a mesma percepção podem apresentar situações completamente diferentes. “Uma mulher pode perceber a pele mais flácida e com outra textura, enquanto outra perdeu volume depois de emagrecer ou teve uma mudança no contorno. As duas podem chegar dizendo que o bumbum envelheceu, mas estão falando de coisas diferentes”, explica.

 

É justamente essa diferença que separa qualidade da pele de tamanho e formato. Uma mulher pode manter volume e projeção, mas começar a perceber a pele menos firme. Outra pode ter uma pele preservada e notar que o desenho dos glúteos mudou depois de uma perda de peso ou de alterações na musculatura. No primeiro caso, o colágeno pode estar entre os fatores avaliados; nos demais, simplesmente estimulá-lo não responde necessariamente à queixa. “O ‘bumbum de colágeno’ não é uma maneira de aumentar os glúteos. Quando falamos em bioestimulação, estamos falando principalmente de qualidade da pele. O erro é achar que colágeno, volume e formato são a mesma coisa”, afirma.

 

Por isso, falar em um bumbum com aparência mais jovem não significa atribuir uma nova idade à região ou prometer recuperar exatamente o corpo de anos atrás. A expressão ajuda a traduzir mudanças percebidas na pele, mas não existe uma “idade do bumbum” que possa ser calculada ou reduzida por um procedimento. “A gente já se acostumou a observar no rosto quando a pele perde firmeza ou muda de textura, e agora essa mesma atenção chegou aos glúteos. É aí que o ‘bumbum de colágeno’ faz sentido: não para prometer dez anos a menos, mas para falar da qualidade da pele de uma região que também muda com o tempo”, conclui.

 

Nos siga no Google Notícias

Últimas Notícias