A parcela de famílias com dívidas – em atraso ou não – se manteve em 78% na passagem de dezembro de 2022 para janeiro deste ano. Em janeiro do ano passado, o percentual era de 76,1%.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (8), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
- Mulheres representam a maioria no setor de seguros, mas são minoria em posições de liderança
- Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 135 milhões; veja as dezenas sorteadas
- Brasil é o quarto país que mais expandiu o turismo internacional, segundo a OCDE
- Programa de renegociação de dívidas é prorrogado até 31 de agosto
- Cresce o número de estabelecimentos na cadeia produtiva da cachaça
Notícias relacionadas:
- CNC: Intenção de Consumo das Famílias é maior desde início da pandemia.
- Confiança do empresário do comércio cai 3,6% em janeiro, diz CNC.
Entre aqueles que ganham até três salários mínimos, os endividados são 79,2%. Já aqueles que ganham mais de dez salários são 74,4%.
Inadimplência
As famílias com dívidas em atraso, as chamadas inadimplentes, somam 29,9% do total, abaixo dos 30% de dezembro, mas acima dos 26,4% de janeiro do ano passado.
Entre aquelas com renda de até três salários mínimos, 38,7% são inadimplentes. Já entre os que ganham mais de dez salários, a inadimplência atinge 13,5%.
Sem condições de pagar
As famílias que não terão condições de pagar suas dívidas são 11,6%, percentual superior aos 11,3% de dezembro e aos 10,1% de janeiro de 2022.
O problema atinge 17,4% daqueles que ganham até três salários mínimos e 2,9% dos que ganham mais de dez salários.
Fonte: Agência Brasil
