As comunidades do Núcleo Rural Sarandi, do Assentamento Sítio Novo e das Fazendas Grotão e Água Rasa, em Planaltina, poderão usufruir da quadra poliesportiva construída na Escola Classe ETA 44 com recursos oriundos de multa de condenação por atos de corrupção. A inauguração ocorreu nesta quarta-feira, 9 de outubro, e contou com a presença de promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público (Prodep).

A escola, que atende 85 alunos da região rural de Planaltina, apresentou o projeto “Temos os mesmos direitos” à Coordenadoria Executiva de Medidas Alternativas (Cema) do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Para a construção da quadra poliesportiva, foram destinados R$ 110 mil. O local será utilizado para aulas de Educação Física, recreação, eventos e jogos escolares das turmas regulares e de educação integral, além de festas

No total, 12 escolas foram beneficiadas com recursos advindos de multa por corrupção. Dez escolas rurais receberam recursos para a construção de quadras poliesportivas. Das escolas de ensino especial, uma recebeu verba para reforma da quadra, adaptada para cadeirantes, e a outra para aquisição de 15 computadores para o laboratório de informática.

Conheça as escolas contempladas:

  • Escola Classe Córrego das Corujas e Lajes da Jiboia, em Ceilândia
  • Centro de Ensino Fundamental Ponte Alta do Baixo e Centro Educacional Engenho das Lajes, no Gama
  • ETA 44 e Escola Classe Frigorífico Industrial, em Planaltina
  • Escola Classe Aguilhada e Escola Classe São Bartolomeu, em São Sebastião
  • Escola Classe Córrego do Arrozal e Centro de Ensino Fundamental Queima Lençol, em Sobradinho
  • Centro de Ensino Especial 1 de Santa Maria
  • Centro de Ensino Especial 1 de Planaltina

Saiba mais

O projeto “Nós podemos muito mais” é uma iniciativa da Coordenadoria Executiva de Medidas Alternativas (Cema) do MPDFT que visa destinar recursos às redes de instituições sociais parceiras dos Setores de Acompanhamento de Medidas Alternativas de todas as cidades do DF. Os valores destinados para as ações de cunho social desenvolvidas na comunidade decorrem de prestações pecuniárias advindas de penas alternativas e, agora, também de multas civis aplicadas em processos de improbidade administrativa.

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