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terça-feira, 26 maio, 2020

As Quentes da Política do DF

CLDF em crise Depois da votação desastrosa do PL do deputado Rodrigo Delmasso, que prevê a inclusão de ex-deputados e ex-comissionados no Plano de Saúde...
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    O diálogo que os Rorizistas queriam ver

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    roriz do bem

    Uma das primeiras atitudes do governador Rollemberg no começo do seu mandato foi visitar o ex-governador Joaquim Roriz. Em entrevista, Rollemberg disse que queria aprender o segredo do sucesso que fez de Roriz o ícone Político do DF.

    Nesta terça-feira dia 04, Roriz completou seus 79 anos de idade com toda pompa e honrarias políticas que um governante querido pelo povo possa ter, e recebeu o título de Cidadão Honorário em sessão presidida por sua filha e deputada distrital Liliane Roriz.

    Em meio aos convidados estava o então governador de Brasília, que na entrada de Roriz no auditório lotado, juntou-se aos demais gritando e cantando jingles de campanhas de Roriz, guardados na mente dos que sabem do seu trabalho realizado pregando sempre o amor principalmente no meio dos mais humildes.

    Mas um diálogo imaginário surgiu para quem presenciava Rollemberg ao lado de Roriz na mesa das autoridades. A primeira indagação era: Será que ele foi visitar Roriz e, ao contrário de aprender a definir prioridades, ele pegou só a parte de ouvir o povo, mas fez ouvido de mercador?

    O que os Rorizistas queriam com as vaias dadas a Rollemberg no evento era que o diálogo com o campeão político de 4 mandatos nesta cidade service para que ele entendesse que a maior obra que existe no mundo é a obra que Deus fez: o ser humano. E que esta obra merece ser acolhida e não destruída como vem fazendo suas ações constrangedoras, como as derrubadas realizadas pela Agefis e sua presidente Dama de mão de Ferro, moralizando a legalidade para os mais necessitados e fazendo “vista grossa” para os ricos da Orla do Lago e suas construções faraônicas. A lei é para todos, ou pelo menos era para ser assim.

    Rollemberg não aprendeu nadinha do lado bom da história de sucesso de Roriz e está cada dia mais antipatizado com o seu lema: “O mal eu faço de uma vez, e o bem eu vou fazendo aos pouquinhos.” O trabalho de prevenção das invasões tem que ser maior do que o das derrubadas.

    Lembrando que a fome que castiga o homem aumenta na cidade outrora de Roriz: falta qualidade de vida, falta educação – que vai de mal a pior, arbitrariedade com a ilegal retirada de direitos adquiridos de servidores públicos, e que na saúde, não há respeito também com as mães em trabalho de parto. Um vexame desumano.

    O desastre da Geração Brasília em 7 meses pode render a volta de nomes já enterrados no mundo político do DF. Basta esperar para ver.

    Cris Oliveira

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