A inclusão social de pessoas com deficiência é um tema debatido nacionalmente por ONGs e entidades que visam inseri-los no mercado de trabalho. No Distrito Federal, 573 mil pessoas têm algum tipo de deficiência (censo IBGE/2010). Conseguir emprego já é uma tarefa árdua para qualquer brasileiro, imagine para quem não está no padrão.

É uma tendência as pessoas verem primeiro a deficiência, e em seguida, a pessoa que tem a deficiência. Ser diferente tem que ser normal no nosso país. Existem no Brasil, cursos profissionalizantes que abordam a autoestima dessas pessoas.

No DF, temos exemplo de superação e sucesso, como o profissional da beleza e cabeleireiro Joãozinho, que nasceu sem a parte do antebraço esquerdo, mas mesmo assim venceu. Há 35 anos no mercado da beleza, com diversos cursos e uma extensa lista de premiações, Joãozinho conquistou sua clientela e hoje é proprietário de um Centro de Treinamento e Aperfeiçoamento Profissional, que estuda ensinar e incluir pessoas com deficiência no mercado da beleza.

“O Governo precisa abrir oportunidades para a profissionalização das pessoas com deficiência. Muitas vezes as famílias não estimulam as pessoas com medo de gerar uma frustração maior. Sofri preconceitos no início da minha carreira, mas sobrevivi e com a minha profissão consegui criar meus 5 filhos”, disse Joãozinho.

Acompanhe o trabalho do Joãozinho Cabeleireiro pelo site:

Salão

Cris Oliveira

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