As Quentes da Política do DF

Caiado avança no Entorno do DFApós ter criado a Secretaria do Entorno do DF do Estado de Goiás, o governador Ronaldo Caiado pode dizer que acertou em cheio na escolha da Secretária Caroline Fleury. A aceitação da secretária junto aos municípios do Entorno é constatada com sua agenda lotada e muitos projetos em andamento. Ontem (25) Carol se reuniu com deputados na Assembleia Legislativa de Goiás, trabalhando juntos pela implantação e planejamento de orçamento próprio para a pasta. Carol foi indicação da ex-deputada Flávia Arruda.

 

Distritais correm para garantir aumento das Forças de Segurança

Os deputados distritais Hermeto (MDB), Wellington Luís (MDB) e Roosevelt Vilela (PL) estiveram reunidos com o presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP) com o intuito de alinhar o aumento de 18% para todas as categorias da Segurança Pública do DF. Os deputados seguem os passos dados pela vice-governadora Celina Leão (PP) durante seu pequeno mandato à frente do GDF, no período de afastamento do governador Ibaneis Rocha. Duas peças fundamentais, Ibaneis e Lula, ainda não apareceram no trâmite da negociação.

 

Voltou bufando

Assim que os parlamentares do DF deixaram a Câmara dos deputados, começou a reunião da Comissão Mista de Orçamentos, no Senado Federal que, infelizmente, reprovou a emenda que previa o reajuste de 18% para as Forças de Seguranças do DF. No plenário da CLDF, o deputado Hermeto (MDB) soltou o verbo contra a CMO e detonou o senador relator Marcelo de Castro (MDB), que entendeu que as Forças de Segurança do DF deverão receber o mesmo reajuste proposto para as demais carreiras vinculadas ao governo federal, ou seja: apenas 9%. “O senador quer intervir no Fundo Constitucional que é do DF. Quer fazer graça com o chapéu dos outros”, disse Hermeto.

 

Na prática…

Se o fundo constitucional é do DF, tem áreas no Governo que os deputados não deveriam tomar a verba. Fica a dica! Não é correto fazer graça com o chapéu dos outros.

A toque de caixaCom muita conversa e pouca seriedade, a Comissão Mista de Orçamento reprovou o aumento das Forças de Segurança do DF. Presente na sessão, o deputado federal Gilvan Máximo (REPUBLICANOS) reclamou que o assunto foi votado “a toque de caixa”. Os outros deputados federais do DF não postaram nada em relação à fracassada costura do reajuste, que se arrasta sem que se alcance o objetivo.Não era o momentoPara alguns especialistas políticos, a proposta encaminhada em fevereiro, em meio à crise dos atos antidemocráticos e com o governador Ibaneis Rocha afastado por noventa dias, foi precipitada. Não era o momento correto para a vice-governadora Celina Leão tentar emplacar o reajuste de 18% para a Segurança Pública do DF. Será?À procura de holofotesInfelizmente a política anda sempre à procura de um palanque para chamar de seu, com bastante holofote e pouca base concreta do que a população e as categorias buscam solucionar. O eleitor vive seus melhores momentos apenas durante as eleições.

A CPI Peça chave no inquérito dos atos antidemocráticos, os financiadores do famoso acampamento do QG ainda são uma incógnita para o ministro Alexandre de Moraes.

Enquanto isso…Preso há cem dias, o ex-ministro de Bolsonaro Anderson Torres continua no quadradinho. Anderson Torres alega doença e será examinado por um profissional da Secretaria de Saúde. Enquanto isso, ninguém do GSI foi preso até agora, mesmo com a divulgação de imagens fortes de omissão de quem tinha gerência em guardar o Palácio do Planalto.Grupinho de BSB

Na Câmara Municipal de Goiânia já é esperada a oitiva que levará o chamado grupinho de Brasília para depor na Comissão de Vereadores que investiga possíveis irregularidades na frota de caminhões da Comurg. O contrato de 170 milhões deverá levar em breve o presidente do partido e fiéis para depor. A investigação vai do cerrado à Terra do Pequi.

A baderna do domínio wwwNo meio político do DF o que não falta é produtividade, principalmente quando o assunto é colocar mais um site fresquinho na fila da publicidade, com CNPJ criado ainda hoje. Critérios inexistentes têm ajudado na produção e no apadrinhamento. Trabalhar defendendo algum político é para os fracos. Os fortes têm mesmo padrinhos que enviam áudios e mandam procurar quem manda.

 

Vem aí a censuraNinguém odeia mais a rede social do que o político corrupto.

 

Cris Oliveira

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