Tramita na CLDF um projeto de lei que dispõe, de acordo com a possibilidade, sobre a acomodação, em hospitais públicos ou particulares, de mulheres que perderam seus bebês no parto ou que sofreram aborto, em ala separada das demais parturientes e gestantes.
A proposta é do deputado Leandro Grass e tem como referência uma proposta legislativa da Assembleia de São Paulo. “São reunidas mulheres, em condições tão diversas, no mesmo ambiente. De um lado, extrema felicidade, de outro, extrema tristeza”, justifica o deputado.
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A proposta já recebeu parecer favorável da Comissão de Educação Saúde e Cultura. A relatora, a deputada Arlete Sampaio, destacou a relevância da proposta que, segundo ela, visa evitar sofrimento psicológico e evitar constrangimentos, culpa ou outros sentimentos advindos da situação. “Esse sofrimento é um tipo de tortura para ambas as mães, pois estão impossibilitadas de sair da presença uma da outra. Além disso, pode-se agregar dores e piorar o início de elaboração de luto dessa mãe que fica na mesma enfermaria da maternidade onde se encontram as mães de bebês vivos”, argumentou a relatora.
