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quarta-feira, 3 junho, 2020

As quentes da política do DF

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    Pesquisa CNT/MDA: Bolsonaro lidera com 28,2%; Haddad tem 17,6% e Ciro 10,8%

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    O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) lidera a disputa ao Palácio do Planalto com 28,2% das intenções de voto, segundo pesquisa do instituto MDA encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) divulgada nesta segunda-feira (17).

    Em segundo lugar, aparece Fernando Haddad (PT), com 17,6% da preferência dos entrevistados. A margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

    Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com 10,8%. Os candidatos Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) aparecem tecnicamente empatados em quarto lugar, considerada a margem de erro.

    Veja a intenção de voto estimulada para presidente:

    Jair Bolsonaro (PSL): 28,2%
    Fernando Haddad (PT): 17,6%
    Ciro Gomes (PDT): 10,8%
    Geraldo Alckmin (PSDB): 6,1%
    Marina Silva (Rede): 4,1%
    João Amoêdo (Novo): 2,8%
    Alvaro Dias (Podemos): 1,9%
    Henrique Meirelles (MDB): 1,7%
    Cabo Daciolo (Patriota): 0,4%
    Guilherme Boulos (PSOL): 0,4%
    Vera (PSTU): 0,3%
    José Maria Eymael (DC): 0%
    João Goulart Filho (PPL): 0%
    Branco/Nulo: 13,4%
    Indeciso: 12,3%

    A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 12 e 15 de setembro, em 137 municípios de 25 unidades da federação. Ela está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-04362/2018 e tem nível de confiança de 95%.

    Este é o primeiro levantamento do instituto desde que a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi indeferida pelo TSE e Fernando Haddad foi oficialmente indicado em seu lugar.

    A última pesquisa MDA/CNT de intenções de voto dos candidatos à Presidência da República foi divulgada em 20 de agosto. No entanto, como todos os cenários contavam com a presença do nome de Lula, não é possível comparar os resultados da ocasião com os divulgados nesta segunda.

    A pesquisa do mês passado trazia o ex-presidente Lula em primeiro lugar na disputa presidencial, com 37,3% das intenções, seguido por Bolsonaro, com 18,8%.

    Segundo turno

    A pesquisa também trouxe cenários de segundo turno. Veja os principais resultados, considerando a intenção de voto estimulada:

    Cenário 1
    Ciro Gomes: 37,8%
    Jair Bolsonaro: 36,1%
    Branco/Nulo: 19,6%
    Indeciso: 6,5%

    Cenário 2
    Jair Bolsonaro: 39%
    Fernando Haddad: 35,7%
    Branco/Nulo: 18,2%
    Indeciso: 7,1%

    Cenário 3
    Jair Bolsonaro: 38,6%
    Henrique Meirelles: 25,7%
    Branco/Nulo: 27,2%
    Indeciso: 8,5%

    Cenário 4
    Jair Bolsonaro: 38,2%
    Geraldo Alckmin: 27,7%
    Branco/Nulo: 26,3%
    Indeciso: 7,8%

    Cenário 5
    Jair Bolsonaro: 39,4%
    Marina Silva: 28,2%
    Branco/Nulo: 25,6%
    Indeciso: 6,8%

    Cenário 6
    Ciro Gomes: 38,1%
    Fernando Haddad: 26,1%
    Branco/Nulo: 26,6%
    Indeciso: 9,2%

    Cenário 7
    Ciro Gomes: 43,5%
    Henrique Meirelles: 14,8%
    Branco/Nulo: 31,6%
    Indeciso: 10,1%

    Cenário 8
    Ciro Gomes: 39,6%
    Geraldo Alckmin: 20,3%
    Branco/Nulo: 30,5%
    Indeciso: 9,6%

    Cenário 9
    Ciro Gomes: 43,8%
    Marina Silva: 17,1%
    Branco/Nulo: 31%
    Indeciso: 8,1%

    Cenário 10
    Fernando Haddad: 35,7%
    Marina Silva: 23,3%
    Branco/Nulo: 32,2%
    Indeciso: 8,7%

    A pesquisa também realizou outros cenários de segundo turno. Todas as simulações podem ser visualizadas aqui.

    Índices de rejeição

    A pesquisa MDA/CNT também testou junto aos entrevistados o limite de voto que cada candidato à Presidência pode receber. Veja abaixo os índices dos que declararam “não votar de jeito nenhum” no nome apresentado, em ordem alfabética:

    Alvaro Dias: 32,2%
    Ciro Gomes: 38,1%
    Fernando Haddad: 47,1%
    Geraldo Alckmin: 53,4%
    Henrique Meirelles: 49%
    Jair Bolsonaro: 51%
    João Amoêdo: 34,5%
    Marina Silva: 57,5%

    Possibilidade de mudança de voto

    A pesquisa divulgada nesta segunda perguntou aos entrevistados quem considera a decisão da intenção de voto como definitiva e quem ainda pode mudar de opinião até o dia das eleições, de acordo com o candidato de preferência.

    Dos que indicaram votar em Bolsonaro, 78,2% afirmaram que a decisão é definitiva e 21,8% afirmaram que ainda podem mudar. Dos que pretendem votar em Haddad, 75,4% falaram estar com a ideia consolidada e 24,6% falaram que ainda podem mudar. Dos que preferem Ciro Gomes, 49,1% disseram estar consolidados com ele e 50,9% disseram ainda não ter certeza.

    Quanto aos que declararam voto em Alckmin, 48,4% não devem mudar enquanto 51,6% declararam estarem em aberto. Marina Silva tem 44,4% das intenções consolidadas e 55,6% das intenções voláteis. Amoêdo tem 48,2% de seus eleitores declarando a decisão como definitiva e 51,8% se declarando incertos.

    Interesse e legitimidade do resultado

    A pesquisa MDA/CNT ainda fez outras perguntas relacionadas à eleição e às expectativas da população quanto a cenários a partir do ano que vem com um novo presidente da República.

    Apesar de faltarem somente três semanas para o primeiro turno, marcado para 7 de outubro, 24,9% dos entrevistados afirmaram ter “pouco interesse” nas eleições deste ano e 24,8% afirmaram ter “nenhum interesse”. Outros 23,7% disseram estar “muito interessados” enquanto 26% têm “médio interesse” no processo eleitoral. Não souberam responder ou não responderam 0,6%.

    Ao todo, 65,6% viram ou ouviram o programa eleitoral na televisão ou no rádio. Já 33,8% ainda não viram ou ouviram. Os que viram propaganda de candidato na internet ou nas redes sociais são 45,6%, contra 53,8% que ainda não viram. De acordo com a pesquisa, os meios de comunicação que mais influenciam na escolha dos entrevistados sobre em quem votar são televisão/rádio (44,8%) seguido por internet/redes sociais (27,6%).

    Quanto ao conhecimento dos candidatos a presidente da República, 13,1% afirmaram conhecer bastante as opções, 38,2% afirmaram conhecer mais ou menos, 35,2% afirmaram conhecer pouco e 12,4%, nada.

    Outra questão feita pela pesquisa diz respeito à legitimidade do candidato eleito. Na avaliação de 40,4% dos entrevistados, o resultado será legítimo e traduzirá a vontade popular. Para 30,8%, o resultado será parcialmente legítimo por causa do processo eleitoral turbulento. Para 16,8%, não haverá legitimidade.

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