27.1 C
Distrito Federal
13/07/2020 - 14:43 PM

As Quentes da Política do DF

Trocas de cadeiras no GDF O governador esquentou a caneta azul na tarde de ontem. Devolveu o DF-Legal para o PP de Celina Leão e...
More
    - PUBLICIDADE -

    Dólar tem maior queda diária em dois anos e fecha a R$ 5,21

    - PUBLICIDADE -


    Em um dia de alívio nos mercados internacionais, o dólar teve a maior queda diária em dois anos e fechou no menor nível desde meados de abril. A bolsa de valores ultrapassou a barreira dos 90 mil pontos e encerrou no nível mais alto em quase três meses.

    O dólar comercial encerrou esta terça-feira (2) vendido a R$ 5,21, com recuo de R$ 0,174 (-3,23%). A cotação operou em queda durante toda a sessão, até fechar no valor mínimo do dia. Em pontos percentuais, esse foi o maior recuo para um dia desde 8 junho de 2018.

    A divisa fechou no menor nível desde 14 de abril (R$ 5,191). A moeda norte-americana acumula alta de 29,84% em 2020.

    O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 5,82, com recuo de 2,67%. A libra comercial caiu 2,71% e terminou a sessão vendida a R$ 6,53.

    O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho.

    Bolsa de valores

    No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O Ibovespa, índice da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 91.046 pontos, com ganho de 2,74%. O índice está no maior nível desde 10 de março, véspera de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a pandemia global do novo coronavírus. Na ocasião, o índice tinha fechado aos 92.214 pontos.

    O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou a quarta-feira com alta de 1,05%. Apesar do acirramento dos protestos antirracistas nos Estados Unidos, os investidores reagiram à queda de novos casos de covid-19 em regiões norte-americanas e em países europeus.

    Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

    Comentários

    - PUBLICIDADE -

    Notícias Relacionadas

    - PUBLICIDADE -

    Últimas Notícias

    Parque ganha reforma em portões depois de décadas de degradação

    Novas estruturas vão conferir mais controle de acesso e poder de ração ao vandalismo | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília Depois de mais...

    Plataforma faz monitoramento remoto de pacientes com covid-19

    Pesquisadores desenvolveram, em São Caetano do Sul, na região do ABC Paulista, uma plataforma para acompanhar remotamente pacientes com covid-19. O sistema é uma...

    Forças Armadas atuam para preservar vidas, diz Ministério da Defesa

    O Ministério da Defesa divulgou nota hoje (13) na qual reafirma que a Marinha, o Exército e a Força Aérea Brasileira estão empenhadas em...

    Fiocruz e dois hospitais devem criar protocolos para eleições, diz TSE

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou hoje (13) um acordo para que a Fundação Oswald Cruz (Fiocruz) e os hospitais Sírio Libanês e Albert...

    GDF começa a pagar auxílio do Programa Mobilidade Cidadã

    O Governo do Distrito Federal libera nesta segunda-feira (13) o pagamento do Programa Mobilidade Cidadã para cerca 1,8 mil donos de ônibus e micro-ônibus...